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Sisu oferecerá 56 mil vagas em 65 instituições; inscrições começam no dia 30

Os candidatos a vagas na educação superior pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação farão a inscrição para a segunda edição de 2016 a partir do dia 30 próximo. O prazo vai até as 23h59 do dia 2 de junho, respeitando o horário de Brasília, como estabelece o edital publicado nesta quarta-feira, 25.

Serão oferecidas 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior. Cada estudante pode fazer até duas opções de curso. Os resultados serão divulgados no dia 6 de junho, em uma única chamada. Não há cobrança de taxa de inscrição.

A inscrição para esta segunda edição de 2016 do Sisu está restrita aos estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e que tenham tirado nota acima de zero na redação. Durante o período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas diariamente para consulta. No próprio sistema, o estudante pode tirar dúvidas sobre notas de corte, datas das chamadas, período de matrículas nas instituições, resultados e lista de espera.


As inscrições devem ser feitas na página do Sisu na internet.


Edital nº 60/2016, da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação, que define o processo de seleção unificada para este primeiro semestre, foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 25.

Acesse a página do Sisu na internet


Confira o edital, publicado no Diário Oficial

Vagas remanescentes


Segundo a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, atualmente há mais de 1 milhão de vagas remanescentes de processos anteriores do Sisu. O ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante havia anunciado a criação do Sisu das vagas remanescentes para ocupar pelo menos 150 mil vagas ociosas nas redes federal e estadual de ensino superior.


Perguntada se a pasta manterá a proposta, Maria Helena disse que a questão está sob análise. De acordo com a ministra, cerca de 110 mil dessas vagas foram ocupadas no remanejamento.

“O que faremos é analisar quais são as áreas em que é possível abrir o remanejamento de vagas. O Brasil é um dos mais atrasados do mundo em relação a remanejamento de vagas no ensino superior”, afirmou Maria Helena. “O ministro anterior abriu esse sistema apenas para a área de formação de professores. Pode ser que não seja suficiente para absorver as vagas existentes. O que vamos analisar é como podemos otimizar”, acrescentou.



Redação

Autor (a) Redação


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