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Candidatos na lista de espera do ProUni devem comprovar informações até amanhã


Candidatos que estão na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) amanhã para comprovar informações

Os candidatos que estão na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm hoje (13) e amanhã (14) para levar a documentação solicitada às instituições de ensino superior. O resultado da lista de espera está disponível desde sexta-feira (10) e pode ser consultado nas próprias instituições.

O candidato que constar na lista deve apresentar à instituição os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição. Cabe ao estudante verificar os horários e o local em que isso deve ser feito. A documentação necessária pode ser verificada no site do ProUni.

A lista de espera do ProUni será usada pelas instituições de ensino na convocação de candidatos para preenchimento de bolsas eventualmente não ocupadas. As instituições recebem a classificação dos estudantes por curso e turno, segundo as notas obtidas no Exame Nacional do ensino Médio (Enem) de 2016.


O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas e comunitárias de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior. Neste semestre, foram ofertadas 214.242 bolsas.


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Sisu

De acordo com o MEC, 2.498.261 candidatos se inscreveram no Sisu. O número corresponde a cerca de 40% do total de 6,1 milhões de candidatos que fizeram o Enem.


Ao todo, segundo a pasta, foram ofertadas 237.840 vagas. Houve uma revisão das 238.397 inicialmente anunciadas. Mesmo assim, o número é maior que o de vagas ofertadas no ano passado, 228.397. O número de inscritos, no entanto, apresentou queda. Na primeira edição de 2016, foram 2.712.937 incrições, cerca de 46% dos 5,8 milhões que fizeram o Enem.

O Nordeste liderou as inscrições, com aproximadamente 1,9 milhão de interessados. A região foi seguida pelo Sudeste, com 1,4 milhão; Sul (573 mil); Norte (509 mil); e, Centro-Oeste (480 mil).


Os cursos que receberam mais inscrições foram: análise e desenvolvimento de sistemas no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (21.787); direito, na Universidade Federal de Minas Gerais (17.166); medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (13.084); ciência tecnológica na Fundação Universidade Federal do ABC (12.714); e pedagogia, na Universidade Estadual do Piauí (12.115).


Falhas

No processo de inscrição, o Sisu apresentou falhas e estudantes relataram que não conseguiam acessar o sistema. Devido a esses problemas, o MEC adiou o prazo de inscrição, que terminaria no dia 27 de janeiro para o dia 29 de janeiro.

Além disso, estudantes fizeram denúncias de que os cursos que escolheram foram trocados de última hora no sistema. Um dia antes da divulgação do resultado, que ocorreu no último dia 30, o MEC reconheceu que o perfil de pelo menos seis pessoas pode ter sido invadido por hackers, mas negou a invasão do sistema. A pasta acionou a Polícia Federal.



“O sistema não foi violado em hipótese alguma, mas se há vulnerabilidade a usuário específico, isso é passível de qualquer sistema”, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho à imprensa.

ProUni

O ProUni registrou 1.535.042 inscritos, número um pouco inferior aos 1.599.808 do primeiro processo seletivo do ano passado. Já a oferta de bolsas foi a maior da história do programa, 214.242. O número também foi revisto, mas ao contrário do Sisu, aumentou em relação às 214.110 inicialmente anunciadas.


Os cursos mais procurados foram direito, com 268.864 inscrições, seguido por administração (268.041), pedagogia (180.020), enfermagem (165.578) e educação física (160.052).


Variações

Sobre os números de inscritos e de vagas no ProUni e no Sisu, o MEC diz que não é possível fazer comparações entre os inscritos/inscrições de um ano e outro. “Tanto que o MEC trata como variação – e não aumento ou diminuição. Isso porque é um processo que tem diversas variáveis. Além de depender exclusivamente dos candidatos, que tem motivações pessoais para realizarem ou não a inscrição, as instituições mudam, a distribuição das vagas não é igual, os cursos mudam, entre diversos outros fatores, o próprio desempenho dos candidatos no Enem”, diz o ministério, em nota.


Em relação às diferenças no número de vagas disponibilizadas, a pasta diz que isso ocorre em todos os semestres devido a ajustes das próprias instituições, que são as responsáveis pela oferta.

*Com informação da Agência Brasil/MEC




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Autor (a) Redação


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